<p dir="ltr">How do the everyday politics of frontline struggles over energy relate to global debates about just transitions? This article reflects on how ‘local’ struggles can best be amplified and heard in ‘global’ policy debates, and the kind of alliances that might need to be formed for them to be heard. The state is the key intermediary between local struggles and global institutions and the designated entity and vehicle for representing citizens in global fora and enforcing rights, but is also frequently a rights violator and defender of the interests of private capital over collective welfare. There is a critical dissonance, therefore, between the roles that states are expected to perform in just transitions and the reality for many of them of limited capacity – or interest – in playing such roles. It is here that citizen action seeks to fill the gaps left by state inaction, negligence, and political and financial constraints.</p><p dir="ltr">¿Cómo se relacionan las políticas cotidianas de las luchas locales por la energía con los debates globales sobre transiciones justas? Este artículo reflexiona sobre cómo las luchas “locales” pueden ser amplificadas y escuchadas en los debates de política “globales”, y qué tipo de alianzas deben formarse para que esto suceda. El Estado aparece como el intermediario clave entre las luchas locales y las instituciones globales, así como la entidad designada para representar a los ciudadanos en foros internacionales y hacer cumplir sus derechos.Sin embargo, a menudo incurre en violaciones de derechos y actúa como defensor de los intereses del capital privado por sobre el bienestar colectivo. Existe, por lo tanto, una disonancia crítica entre los roles que se espera que los Estados desempeñen en las transiciones justas y la realidad de muchos de ellos, caracterizada por capacidades limitadas, o falta de interés, en asumir tales funciones. Es en este vacío donde la acción ciudadana busca llenar los espacios que dejan la inacción estatal, la negligencia y las restricciones políticas y financieras.</p><p dir="ltr">De que forma se relacionam as políticas quotidianas das lutas na linha da frente sobre energia com os debates globais acerca das transições justas? Este artigo reflecte sobre como as lutas ‘locais’ podem ser melhor amplificadas e ouvidas nos debates de política ‘globais’, bem como sobre o tipo de alianças que podem ser necessárias formar para que essas vozes sejam escutadas. O Estado surge como o principal intermediário entre as lutas locais e as instituições globais, sendo a entidade designada e o veículo para representar os cidadãos em fóruns internacionais e para fazer cumprir direitos, mas é também frequentemente um violador desses mesmos direitos e um defensor dos interesses do capital privado em detrimento do bem-estar colectivo. Existe, portanto, uma dissonância crítica entre os papéis que se espera que os Estados desempenhem nas transições justas e a realidade de muitos deles, marcada por uma capacidade limitada – ou mesmo pela falta de interesse – em assumir tais papéis. É neste espaço que a acção cidadã procura colmatar as lacunas deixadas pela inacção, negligência e constrangimentos políticos e financeiros do Estado.</p>
History
Publisher
Institute of Development Studies
Citation
Newell, P. (2025) 'Amplifying Voices from the Frontlines in the Global Politics of Energy Transition', IDS Bulletin 56.2, Brighton: Institute of Development Studies, DOI: 10.19088/1968.2025.148